Cinema: The Liar and His Lover/Kanojo wa Uso o Aishisugiteru (2013)

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(Recomendo se preparar porque muitos dos posts atrasados são sobre obras asiáticas.)

Um novo drama estreou recentemente e, após assistir o primeiro episódio e constatar que ele não era do meu gosto, acabei descobrindo que ele era baseado em um mangá japonês e que havia um filme baseado no mangá, aparentemente bem mais fiel ao caráter real dos personagens. E foi por isso que em um dia chato acabei pegando o filme para assistir e fui surpreendida em quão mais sensível ele é em comparação ao drama coreano.

Aki Ogasawara (Takeru Satoh, que não consigo enxergar mais como alguém mais a não ser Kenshin Himura) é um produtor de música assombrado por alguns demônios. Caladão e na dele, Aki é o membro escondido da banda de rock Crude Play, formada por amigos de infância. A banda faz um sucesso tremendo e todos querem saber quem é Aki, esse misterioso membro que compõe todas as músicas e é responsável pelas letras. Enquanto isso, Aki vive em conflito com seu papel e com a pressão da gravadora. No começo da história ele tem um relacionamento não muito saudável com uma artista famosa, um relacionamento que não termina muito bem.

Aki vai pensar próximo ao rio e acaba encontrando uma garota de cabelos curtos em sua bicicleta. Essa é Riko Koeda (Sakurako Ohara), uma estudante de 16 anos, fã do Crude Play (e principalmente de Aki) e que tem uma trio com os dois amigos de infância. Esse encontro com o estranho na ponte acaba em uma surpresa quando Aki declara seu amor à primeira vista (achando que a garota acharia isso uma loucura) e a menina topa sair com ele. E ele encara isso como uma brincadeira. Já que ela não sabe quem ele realmente é, não está interessada no que ele pode fazer por ela (como a ex) e ele pode se divertir por um tempo até dar um pé na bunda dela e acabar com a relação. O que ele não esperaria é se apaixonar pela menina e que a banda colegial dela seja descoberta pelo chefão de sua gravadora, fazendo com que ela conheça sua real identidade.

Filmes japoneses, mesmo esses de romance, costumam ser mais quietos e diretos que suas contrapartes coreanas, focando nos conflitos internos dos personagens. O filme, para mim, é feito para um público mais maduro do que sua contraparte coreana e funciona melhor contando sobre a melancolia de Aki diante dos acontecimentos que o afastam da felicidade livre de fazer música com os amigos. Caso for assistir o filme não saia antes da cena final após os créditos, que dão um outro final à história dos protagonistas.

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