Cinema: Rurouni Kenshin (2012)

Rurouni_Kenshin-p2Tá bom, eu estou sumida. Bem sumida mesmo. Sumida ao ponto em que tem post acumulado até o mês que vem. Mas olha só, meu povo, de vez em quando eu mando tudo às favas, todos os seminários, horas de estudo e soninho, para visitar esse espacinho e dar uma atualizada nas coisas.

Primeiro tenho que dizer que estou em uma fase mais japonesa do que coreana em entretenimento, descobrindo um monte de j-dramas e filmes bem legais. E foi assim que acabei esbarrando no live action de “Rurouni Kenshin”, um dos meus mangás mais amados, que já reli 4 vezes e sempre adoro. Obviamente que tinha que assistir o filme na mesma hora.

Talvez você conheça essa história como “Samurai X”, como foi traduzido quando veio ao Brasil. Himura Kenshin (Takeru Satoh) um dia foi o lendário samurai conhecido como Battousai (o retalhador, você completa mentalmente toda vez que escuta essa palavra…) que ajudou a trazer uma nova era ao Japão através de muitos golpes espada e uma sangueira enorme. Tentando viver uma vida de paz, agora Kenshin perambula pelo país. Em Edo ele acaba encontrando a corajosa Kamiya Kaoru (Emi Takei), que tenta defender o nome da escola e do estilo de luta de seu falecido pai, agora atribuído a um assassino impiedoso que trabalha para um rico comerciante e produtor de ópio. A dupla acaba se ajudando mutuamente, pois Kenshin protege o dojo de Kaoru enquanto Kaoru fornece o tão necessário espaço de paz que o rurouni precisa, com pessoas amigas.

rurouni_kenshin_live_action_2012_screenshot_by_battousaiblade7-d5dhla3Só que essa paz é relativa e nunca dura muito tempo, já que as forças policiais acabam descobrindo a real identidade de Himura e o procuram para dar um jeito no tal produtor de dorgas. Kenshin prometeu nunca mais matar e carrega uma espada de fio invertido, mas o espadachim baixinho e magrinho ainda carrega uma capacidade de luta bem superior a seus adversários e aceita a missão dada, ainda mais quando Takani Megumi (Yu Aoi), uma médica que entrou na vida de Kaoru e Kenshin por acaso, é ameaçada pela instituição.

Tem algum tempo desde que li pela última vez o mangá, mas o que me lembro da história o filme cumpre com fidelidade. Gostei principalmente da escolha de atores, com Takeru Satoh tendo o biótipo ideal para o personagem e não decepcionando com sua atuação, Emi Takei sendo belíssima como sempre e, surpresa das surpresas, Munetaka Aoki sendo um Sanosuke Sagara bem mais fiel do que até minha imaginação conseguiria supor. O filme compreende o primeiro arco do mangá e tem duas continuações que planejo assistir em breve. Achei, como já disse, bastante fiel ao mangá, com o tom exato para prender o espectador na narrativa. entretanto, não sei o quanto os personagens chamam a empatia daqueles que não leram o mangá ou assistiram ao anime, já que tenho a vantagem de conhecer as personalidades e história deles antes de assistir a história. As cenas de luta são bem coreografadas e bem realizadas, então não encontrei defeito nesse ponto do filme.

 

 

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