Cinema: Bridesmaids (2011)

0042.jpgNa tentativa de tirar o máximo de posts que estão atrasados aqui na pilha do meu alcance, vamos a mais um filme que assisti já faz algum tempo e de que, talvez, já tenha até esquecido alguma coisa. (O vício em The Office ainda está ativo).

Annie (Kristen Wiig) é a protagonista dessa comédia de 2011, sendo ela a melhor amiga desde a infância de Lillian (Maya Rudolph), a noiva que justifica o nome do filme. Annie não está no melhor momento de sua vida. Após sua confeitaria fechar, a mulher está trabalhando como vendedora em uma joalheria (e fazendo um péssimo trabalho). Na vida amorosa as coisas não estão muito melhores, com Annie tendo um caso sem futuro com Ted (Jon Hamm). Annie, como maid of honor, deveria ajudar a organizar vários aspectos do casamento de Lillian, só que a presença da nova amiga da noiva – a ryca e competitiva Helen (Rose Byrne) – acaba trazendo um monte de complicações para essa tarefa, além de abalar a amizade entre Annie e Lillian.

O que eu achei do filme? Fraco, nada engraçado e extremamente esquecível. Kirsten Wiig não me convenceu como protagonista, em um papel claramente desenhado para alguém mais jovem do que ela. Maya Rudolph estava grávida durante as gravações e por mais que tentassem esconder com as roupas, esse fato ficou claro logo nos primeiros minutos do filme. O texto, que eu tinha tanto escutar ser elogiado, também não é grandes coisas. Não traz nenhuma novidade em termos de piadas ou situações cômicas (e, sinceramente, fazer piada com escatologia é uma das coisas que acho mais sem graça), parecendo apenas ser uma adaptação de “The Hangover” para mocinhas. O desfecho também não é nada especial, aquele velho clichê da mocinha só encontrar a felicidade quando sua vida amorosa está numa boa e ela está de fato comprometida.

Chaaaaaato. Começo a achar que todas as críticas positivas que encontrei para o filme foram feitas por homens e agrada mais a eles do que a elas, já que a racionalidade do filme todo em termos de humor é masculina e baseada em clichês: Competição entre mulheres (porque mulheres bonitas não podem ser amigas sem se invejarem ¬¬), a mulher que necessita do rasteja por amor e compromisso, a mulher anulada pela vida familiar (à beira de um ataque de nervos), as brigas histéricas etc etc etc. Todo aquele esteriótipo. Só faltou falar de TPM para fazer o básico filme masculino de homens que não sabem o que é ser mulher.

 

 

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