Série: Game of Thrones (6ª temporada)

MV5BMjM5OTQ1MTY5Nl5BMl5BanBnXkFtZTgwMjM3NzMxODE@._V1_SY1000_CR0,0,674,1000_AL_.jpgOlha quem voltou dos mortos! Meus posts sobre séries ocidentais e o menino Jon Snow (#sempresoube)!

Apesar do atraso considerável em começar a assistir essa temporada, foi a que eu terminei mais rápido. Levou apenas um dia entre o primeiro e o décimo episódio.

Nessa temporada, menino Jon Snow (Kit Harington) é ressuscitado pela bruxinha Melisandre (Carice van Houten) a pedidos do Lorde das Cebolas (o que é meio estranho, mas tudo bem). Após se vingar daqueles que o traíram, Jon renuncia a seu posto de comandante e pode se ausentar da muralha porque sua vigília terminou. Para surpresa do moço, entretanto, os problemas o procuram. Dessa vez na forma de Sansa (Sophie Turner), que após a fuga de Winterfell consegue achar o irmão e vem pedir ajuda para retomarem o norte. Jon não parece muito feliz, mas como está desempregado não tem desculpas para recusar o pedido da irmã mimada.

Ramsey Bolton (Iwan Rheon) está mais cruel do que nunca, só que um pouco previsível. Aquela parte de matar o pai e tudo mais é uma coisa que já estava esperando acontecer há algum tempo. Nenhuma surpresa também no fim dado à madrasta e ao irmãozinho. Nessa temporada sobrou até para Rickon, de quem lembraram a existência do nada e apareceu em duas cenas, só para morrer. Isso é o evento inicial da guerra dos bastardos, que acaba com a vitória do zumbi Snow. Sansa não parece tão feliz assim com a falta de reconhecimento de sua ajuda ao chamar as tropas de Littlefinger para ajudar e muito menos com o reconhecimento de Jon Snow pelo norte. Quem brilha muito, na verdade, é Lyanna Mormont (Bella Ramsay), que em sua versão mini é mais macho que todos os homens do norte. Já quero que ela seja rainha. Imagino que ela com os dragões da Daenerys já estava sentada no trono a essa hora.

Sem título.jpgNo núcleo árvore da trama, Bran (Isaac Hempstead Wright, que eu sempre fico surpresa em como cresceu durante esses anos) fica agarrado no pau (não resisti à piada) o tempo todo, vendo o passado – especialmente vendo o que se passou com a tia Lyanna Stark e o envolvimento do pai. Todo mundo sabe a esse ponto que Lyanna é a mãe de Jon, que seria filho de Rhaegar Targaryen (apesar dele não ser mostrado), confirmando aquela teoria dos fãs mais velha que a série. Muito centrado em ver os próximos capítulos da novela, Bran nem nota que está fazendo merda e acaba cercado pelos caminhantes brancos, levando à fuga desesperada pela neve (e eu não sei como esse povo não morre de hipotermia nessa série) e o encontro com o tio meio-zumbi. Para falar a verdade, todo mundo nessa temporada está meio morto, não é… Quem não se dá bem nessa fuga é Hodor, pobre gordinho. Senti muito a morte dele e do gigante dos selvagens, pobrezinhos.

No núcleo paradão: em Meeren, Tyrion Lannister (Peter Dinklage) tem que se conformar com uns diálogos chatos com Greyworm e Missandei, que tomam minutos preciosos que poderiam ser empregados na trama em coisas mais produtivas. Que partes chatas! Já Daenerys (Emilia Clarke) se reencontra com o Dothraki e usa o truque antigo de sair peladona do fogo para cooptar mais gente para seu exército. Com a ajuda de seus dragões, acaba se livrando de qualquer problema que aparece devido à administração ruim do reino. Theon Greyjoy (Alfie Allen) e a irmã chegam em Meeren muito rápido. Parece até que Meeren fica na esquina de Westeros… Com barcos, exércitos e dragões, a menina tá pronta para tomar o lado de lá (mas nem sei mais porque ela quer, lá tá um caos miga, fica aí mesmo).

Núclos menores: em Dorne, aquela confusão de sempre com o pessoal se esfaqueando pelas costas o tempo todo. Nas Ilhas de Ferro, idem, com o tio de Theon se atrasando nos planos e os sobrinhos se adiantando. Em Braavo, Arya (Maisie Williams) está terminando o treinamento e precisa sobreviver a alguns ferimentos e lutar contra a outra “no one”. Logo percebe que a função dessa religião não é o que pensava à princípio e reassume sua identidade. Temos de volta uma das personagens mais badass de volta a Westeros.

Mas o melhor núcleo dessa temporada estava em King’s Landing, com a política se misturando loucamente à religião. Cersei em um canto tenta convencer o rei Tommen de suas ideias, enquanto o papa-genérico tenta convencer do outro. Tommen acaba se decidindo pelo segundo e se ferra bonito, perdendo tudo que valorizava por causa de mamãe. A rainha Margaery (Natalie Dormer), que tinha sido tão esperta em suas jogadas, é a primeira a notar que há algo errado com as atitudes de Cersei, mas isso não vale de nada porque o papa louco não percebe até que uma grande merda acontece. Cersei vira a rainha, algo que não parece agradar nada o irmão Jaime.

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