Cinema: Star Wars – Episode IV, A New Hope (1977)

0030.jpgOkay, vamos fazer isso! Vamos rever todos os filmes (inclusive os episódios I, II e III, filhos feios do George Lucas)!

Vi todos os filmes, na ordem de lançamento, quando tinha uns 14 para 15 anos e depois nunca mais. Agora que a saga foi tirada do hiato novamente (e aparentemente cada ano vai trazer um novo lançamento) vou aproveitar a desculpa do Desafio Cinematográfico (que tem os episódios IV, V e VI na lista) para rever a série. Tô agindo como se nem tivesse me prometido concluir uns outros 5 ou 6 projetos nesse ano, né…

Sobre o episódio IV:
Luke Skywalker (Mark Hamill) mora com os tios Owen e Ruth no planeta Tatooine, distante e inóspito o suficiente para se passar por um canto esquecido do universo. Luke ajuda o tio no que seria um similar de fazenda no meio do deserto que é a paisagem, apesar do jovem ter planos de sair logo do planeta e se aliar aos rebeldes que lutam contra o Império, que está cada vez mais poderoso e cruel.

O Império conta com uma nova máquina de destruição chamada Estrela da Morte, capaz de aniquilar um planeta em um simples movimento. Quase invencível, a arma só tem uma fraqueza, ponto que os rebeldes devem explorar. Para isso, a princesa Leia (Carrie Fisher) conseguiu, antes de ser presa pelo vilão Darth Vader, enviar através de dois droids os planos para serem encontrados por Obi-Wan Kenobi. E esses dois droids, C-3PO (Anthony Daniels) e R2-D2 (Kenny Baker) conseguem chegar a Tatooine, onde são comprados pelo tio de Luke, dando início de fato à história. Luke conta com Obi-Wan (Alec Guiness) para aprender mais sobre a Força (uma antiga religião quase esquecida) e sobre o próprio pai. À princípio relutante, após a morte dos tios pelas forças do Império, Luke se une a Obi-Wan e, com a ajuda do piloto mercenário Han Solo (Harrison Ford) e de Chewbacca (Peter Mayhew) e de sua Millenium Falcon, o grupo parte para entregar os planos. Uma captura inesperada faz com que resgatem a princesa aprisionada antes de se iniciarem as tentativas de destruir a pior arma do universo.

O que eu tinha definitivamente esquecido sobre esse primeiro filme da trilogia clássica é que ele não se basta, mas apresenta um arco com começo, meio e fim concisos. Apresenta o problema mais premente (a Estrela da Morte) no contexto, depois todo o trabalho de como solucionar o problema e seu fim de fato. Engraçado como eu lembrava do ataque à Estrela da Morte como fazendo parte do segundo filme, em alguma abstração doida. Outra coisa que também esqueci foi do humor inglês de C-3PO. Quando adolescente não devo ter me atentado em como esse droid dourado queria parecer apresentável e bem educado, quase tomando um chá das cinco nesse universo sem relógios e noções solares. Em outra nota: os Jawas talvez sejam meu povo preferido desse filme; Humanos são overrated; o Luke é um personagem mutcho loco! Não sentiu tanto quando os TIOS QUE O CRIARAM DESDE BEBÊ morreram, mas quando Obi-Wan desaparece o rapaz fica INCONSOLÁVEL. Que merda é essa? Luke é psicopata, por acaso?

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