K-Drama: Love in the Moonlight (2016)

Love_in_the_Moonlight-p1.jpgEstamos de volta nesse cantinho perdido das Internets para falar de drama coreano, esse vício que me acompanha há anos.

Também conhecido como “Moonlight Drawn by Clouds”, a série tem 18 episódios e no auge da onda de sucesso foi proposto que fossem acrescentados 2 episódios. Grazadeus isso não foi aceito pela produção e a série continuou com o conteúdo original, tendo sido inspirado em um web novel escrito por Yoon Yi-Soo.

Moonlight_Drawn_by_Clouds-02.jpgNa história Hong Ra-On (Kim Yoo-Jung) é uma jovem que precisa se vestir de homem desde pequena, sem saber direito o motivo para isso. Sob o nome de Hong Sam-Nom, Ra-On atua em uma espécie de trupe de dançarinos, além de dar conselhos amorosos para homens inseguros. Depois de se perder da mãe na infância, Ra-On vive com uma espécie de família adotiva, que parte para longe no comecinho da trama para nunca mais voltar.

Ao mesmo tempo, no núcleo ryco e empoderado da trama, temos o príncipe Lee Young (Park Bo-Gum), que muitas vezes se disfarça de reles mortal para zanzar pela cidade e conhecer os cidadãos que um dia irá comandar. Há toda uma trama política de tentativa de golpe (#foratemer) no governo, mas é aquela coisa protocolar de romance histórico coreano (primeiro ministro mais poderoso que o rei, rainha má, blá blá blá). Há uma princesa rechonchuda também, e é por causa de uma paquera dela intermediada por Hong Ra-On que ele conhecerá a mocinha, que não sabendo que ele é o príncipe falará altos absurdos para ele. Só que uma hora a situação se inverte e, também devido a outros fatos da vidinha triste de Ra-On, ela será forçada a assumir um papel de eunuco na corte, servindo diretamente ao príncipe, que não tarda muito descobrirá o segredo que Sam-Nom esconde.

Era um dos dramas que mais fiquei ansiosa para assistir pois tinha inúmeros elementos de que gosto muito. Além de gostar de ambos os atores principais, gosto da temática gender-bender e dessa trama mais jovial. Tendo tantos pontos a favor, ainda assim a trama não me prendeu. Como a atriz principal é muito nova (menor de idade na Coreia), havia um cuidado extra nas cenas de romance (que foram super inocentes, mas mesmo assim a censura coreana implicou horrores). O problema principal, na verdade, é que depois que o personagem de Park Bo-Gum descobre que o eunuco é mulher, a trama perde muito de sua força e tem uns dois episódios em que não acontece absolutamente nada de relevante. O casal principal não conversa entre si, não discute relação, o que é seu pior problema porque são criados picuinhas e mini-enredos que não levam a lugar nenhum e só servem para mostrar cada um deles triste em um canto. Os personagens principais não mantiveram a linearidade até o final, de pessoas divertidas e de língua afiada, jovens e alegres, se tornaram personagens sisudos e perderam completamente o encanto do começo da trama. Por causa disso, há uns dois ou três episódios ali no meio bem sem graça. E o fim não foi tão emocionante também, mantendo um ritmo que já vinha em decadência. Na verdade, a melhor coisa do episódio final foi a participação de Kim Seul-Gi, em um aceno à personagem de Splash Splash Love (que é tudo que “Love in the Moonlight” deveria ter sido e não chegou nem aos pés).

(Tô botando esse teaser porque é o Park Bo-Gum sendo fofo. Nem preciso explicar mais)

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2 thoughts on “K-Drama: Love in the Moonlight (2016)

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