Livro: The Mortal Instruments – City of Fallen Angels (Cassandra Clare)

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Olha, pode até não parecer, mas comecei “City of Fallen Angels” assim que terminei “City of Glass”, em setembro de 2015. E ali fiquei, dando passos de tartaruga até o curto sprint final para terminar esse quarto livro da série.

Esse livro é meio que dividido em duas narrativas. Na primeira, o casalzinho insosso principal formado por Clary e Jace, que agora poderiam sofrer menos e finalmente curtir a relação não mais incestuosa, não fosse a necessidade de escrever mais dois livros, o que leva a mais um plot chatinho versando sobre dois adolescentes emos. Enquanto isso, Simon, apesar de agora já ser um vampiro que pode pegar um bronze quando quiser, começa a receber sua cota de aborrecimentos do submundo, sendo envolvido nos problemas dos outros. Mamãe sempre dizia, Simon, diga-me com quem andas e te direi quem és. Tá mais que na hora de você mudar de amigos…

Bem no começo do livro aparece uma vampira que deveria ser poderosa, mas quase sempre vai aparecer em seguida em situações bem desfavoráveis. Camilla procura a ajuda de Simon para reaver seu clã em Nova Iorque. A mãe de Simon acaba descobrindo que o filho virou sanguessuga só porque o moleque tem umas garrafinhas de sangue no guarda-roupas. Deveria era ter relevado, porque o garoto é adolescente #quemnunca. Fato é que ela bota o garoto na rua e ele vai morar com um lobisomem que acabou de conhecer, mas que é bonito então deve ser boa praça. Olha que maravilha de plot da Clare… Melhor ainda é quando ele morde uma groupie e a garota vira uma vampirinha.

Mamãe de Clary vai se casar com Luke, então tem algumas (muitas) cenas desnecessárias de “fomos ver decoração”, “fomos escolher vestido” e em meio a isso Clary de vez em quando dá uma treinada para dominar seus dons shadowhunterianos (mentira, só lembro de uma passagem bem no começo em que ela está treinando, mas Jace chega e os dois ficam se pegando). Jace tem pesadelos constantes em que está machucando Clary e por causa disso perde peso (juro que em todos os livros tem alguma parte em que falam que “Clary o achou mais abatido, com olheiras fundas e mais magro”). Por causa dos sonhos passa a evitar contato com Clary. O drama, meu deus, que drama… Couldn’t. Care. Less.

O mistério do livro é que alguém está dando sangue de demônios para mulheres grávidas e as crianças natimortas evidenciam que estão tentando criar um novo Sebastian/Jonathan. O Clave se intromete para solucionar, mas são tão incompetentes que um grupo de adolescentes pouco inteligentes descobrem quem é o responsável bem antes. E é Lilith, a figura bíblica mesmo, que está guardando o corpo de Sebastian em um caixão de cristal, como se ele fosse uma Branca de Neve esperando um beijinho. E quem deve dar o beijinho é o príncipe da história, né Jace?

Sério, que livro difícil de engatar, difícil de terminar… Tanta enrolação, tantas passagens e descrições que não levam a lugar algum… E esse drama bobo, repetitivo. Toda vez que vejo o pessoal elogiando essa autora agora acho que é tudo uma grande brincadeira que eu não entendi (tipo um “Ted Cruz is the zodiac killer”), porque NÉ POSSÍVIL. Vou tentar continuar, mas tô me esforçando horrores aqui.

 

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2 thoughts on “Livro: The Mortal Instruments – City of Fallen Angels (Cassandra Clare)

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