Cinema: Guardiões da Galáxia (2014)

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Esse post está nascendo tão depois da data em que eu realmente assisti o filme, minha gente, vocês nem tem ideia… Vamos então nos desculpar com antecedência por possíveis erros de qualquer natureza que cometa pela imensa diferença de datas.

Outra nota: os posts vão ficar cada vez mais escassos e tem um motivo para isso. Depois de um tenebroso inverno de estudos (mentira, enquanto estudava terminei um bocado de livros e séries e vagabundeei muito, como a Retrospectiva 2014 mostra) passei na faculdade dos sonhos, em uma das universidades mais disputadas desse país, larguei o mestrado (que nem comecei) e vou ter que fazer por merecer meu jaleco branco. Planejo um post pessoal para falar sobre essa virada de vida em breve (mas não muito em breve…).

Mas vamos aos “Guardiões da Galáxia”!

Sim, só vi depois da onda fervorosa ter passado, como praticamente todos os filmes que vejo. O personagem principal é Peter Quill (Chris Pratt), a quem encontramos criança na despedida final à mãe que sofre de câncer, nos anos 80. A mãe fala algo sobre o pai de Peter ser um ser especial e dá a ele um presente antes de falecer. O choque da morte materna faz o menino correr para fora do hospital e uma luz desce do céu, abduzindo Peter e seu walk-man para outra realidade, onde o encontramos muitos anos depois, já adulto.

Peter se tornou um caçador de recompensas e por acaso acaba topando com uma esfera que contém um poder desejado pelo vilão-mor do filme e seu imediato. E não, não vou lembrar do nome deles nem que me torturem. O vilão-mor tem duas filhas adotadas e uma delas se oferece a buscar a tal da esfera. Ao mesmo tempo, Peter acaba descobrindo que será quase impossível vender seu artefato e se torna alvo de outros dois personagens (os meus preferidos!) que querem entregá-lo por uma recompensa: Rocket, um guaxinim malandro criado em laboratório, e Groot, algum parente distante de Barbárvore. Acaba que esse grupo todo de personagens vão parar na cadeia, onde ainda soma-se um fortão que deseja vingança do vilão-mor. Nesses filmes sempre tem alguém sedento de vingança.

E aí, é aquilo que sempre se espera: tiro, porrada e bomba até que se descubra o que a esfera contém e lutar contra o imediato do vilão-mor.

O filme deixa perguntas sem resposta para uma continuação óbvia: quem raios é o pai de Peter? Eles vão vencer o vilão-mor? Algum dia Peter vai voltar para a Terra? Existe som no espaço? Como Lee Pace, meu pie-maker, conseguiu ficar irreconhecível?

É um filme animadinho, com uma trilha sonora muito boa, mas não achei nada tão fantástico quanto anunciado. Aquela mesma velha fórmula de filmes de heróis entra em ação. E como todo filme do tipo, não é lá muito memorável.

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2 thoughts on “Cinema: Guardiões da Galáxia (2014)

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