Filme: Deus da Carnificina

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Enquanto escrevo este post, estou assistindo outro filme (que provavelmente será o tema do próximo post, ui ui, estou vendo o futuro).

Em verdade, comecei a assistir “Deus da Carnificina” (soa muito melhor em inglês, porque Carnage é uma palavra legal demais) há um tempo atrás e parei ainda no começo. Ia retomar depois mas sempre ficava adiando e nisso o pc deu problema. Voltou sem minha bela coleção de filmes que eu gastei um bocado de tempo baixando e eu o perdi nessa.
Mas ao invés de ficar papeando sobre isso é melhor falar do filme em si, que eu só terminei porque estava passando na TV na hora em que eu calhei de estar diante dela.

O filme se passa todo dentro de um apartamento em Nova York onde dois casais se encontram para discutir, a princípio de maneira muito educada, sobre o soco que o filho de um dos casais deu no filho do outro. No cenário tão limitado o diálogo e as interpretações são verdadeiramente o ponto alto, como deve ser. O elenco segura o filme muito bem e não deixa aquela sala (e um pouquinho de banheiro em certa parte do filme) se tornar entediante.

O que começa como uma conversa amigável em que ambas as partes reconhecem suas culpas e trocam elogios acaba se tornando uma confusão no decorrer do tempo. O tempo do filme, por sua vez, é muito preciso, torna a experiência um tanto quanto escutar a parede do vizinho por cerca de uma hora.

A gente só conhece os personagens pelo o que eles discutem ali na hora, então conforme a conversa continua nós podemos vislumbrar um pouco mais de cada um deles.

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Óbvio que meu casal favorito era dos pais do Zachary (Kate Winslet e Christoph Waltz), primeiro porque já gosto dos atores naturalmente, segundo porque eles chegam como o casal bem sucedido e certinho e a imagem começa a cair por terra. Mas não teve como eu desgostar deles. Aliás, o Waltz é quem diz o título do filme em certa parte, ele diz que acredita no “deus da carnificina”, esse deus caótico que permite que o filho dele seja um maníaco e que outros grandes problemas existam no mundo, automaticamente se isentando dos problemas aparentes na conversa.

À parte da polêmica “Roman Polanski”, gostei demais.

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One thought on “Filme: Deus da Carnificina

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